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      <language>pt</language>
      <pubDate>Sun, 28 Jul 2013 11:50:00 +0200</pubDate>
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      <category><![CDATA[Calendário de Eventos]]></category>
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         <title><![CDATA[Organização da Independência Brasileira]]></title>
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         <description><![CDATA[Em 1820, os portugueses organizaram a chamada Revolução Liberal do Porto. Nesse advento, lideranças políticas lusitanas formaram uma assembleia que exigia o retorno de D. João VI para a elaboração de uma nova carta constitucional. Desde 1808, este monarca se encontrava em terras brasileiras e havia transformado a cidade do Rio de Janeiro na nova capital do império.

Temendo perder a condição de rei de Portugal, D. João VI voltou à Europa para participar das discussões que pretendiam mudar a...]]></description>
         <pubDate>Sun, 28 Jul 2013 11:50:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[rebeliões Separatistas]]></title>
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         <description><![CDATA[
Vislumbrando o processo de independência do Brasil, notamos que a busca por nossa autonomia política é bem anterior à chegada da Família Real Portuguesa, em 1808. De fato, nos tempos coloniais, presenciamos a articulação das chamadas revoltas nativistas. Sob o seu aspecto, essas primeiras rebeliões fomentam um sentimento de autonomia, mas não são claramente sustentadas de acabar definitivamente com as relações entre Brasil e Portugal.

Ao atingirmos o século XVIII, observamos que as...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 21:27:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[As armas medievais]]></title>
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         <description><![CDATA[As armas medievais

A Idade Média desenvolveu uma ampla série de tecnologias voltadas para o combate.
Ao contrário dos séculos XVII e XVIII, um grupo de pesquisadores e entusiastas gastou preciosas horas de seu tempo para aprofundar e redimir seu conhecimento sobre a Idade Média. Buscando justamente acabar com os velhos preconceitos direcionados contra os tempos medievais, essas pessoas apresentaram grande interesse em mostrar toda a riqueza e diversidade que marcam esse longo período...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 21:05:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[A RELIGIÃO EM NIETZSCHE – PARTE II]]></title>
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         <description><![CDATA[A RELIGIÃO EM NIETZSCHE – PARTE II
§ 4º.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Mais do que os indivíduos, os quais precisam se tornar conscientes de que são vontade de poder (criar, eu diria, e não, subjugar, retendo assim a expansão dela), quem precisa de fé e de um deus para ser o seu destinatário são os povos, podendo mesmo se dizer, dentro do espírito nietzscheano, com apoio em Heidegger&nbsp; - em Beiträge zur Philosophie (Vom Ereignis), Gesamtausgabe,...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:37:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[A RELIGIÃO EM NIETZSCHE - PARTE I]]></title>
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         <description><![CDATA[A RELIGIÃO EM NIETZSCHE - PARTE I
Objetivo do presente estudo é situar a religião no pensamento de Nietzsche. Embora, como é de um modo geral conhecido, nosso A. se oponha a qualquer manifestação que se apresente como transcendente, de um “mundo além”, bem como a toda forma de monoteismo, seria incorreto afirmar que ele, simplesmente, propõe o ateísmo como alternativa. Isso porque, para ele, a religião se mostra como parte essencial de toda cultura saudável, ou seja, daquelas do passado e,...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:34:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[A Última Aventura Humana sobre a Terra            “Zarathustra” de Nietzsche]]></title>
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         <description><![CDATA[A Última Aventura Humana sobre a Terra
"A fidelidade à Terra", de que nos fala o “Zarathustra” de Nietzsche, logo no princípio de sua “pregação”, pode ser entendida como uma fidelidade ao mundano (weltlich), terreno (irdisch), à essa vida cá em baixo (diesseits), pois é o que nos resta quando não temos mais fé no além (Jenseits), no mundo além (überweltlich), ultra-terreno (überirdisch), seja aquele platônico, das idéias, da filosofia, seja aquele cristão, das virtudes, da religião. Acabam-se,...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:32:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[Educação, o que estamos plantando?]]></title>
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         <description><![CDATA[
Educação, o que estamos plantando?
&nbsp;

Analisando as concepções filosóficas sobre a educação, em nenhum dos filósofos, sociólogos, Psicólogos, pedagogos, encontrei algo que defendesse a educação pelos valores duráveis. O resultado que hoje temos no mundo, como guerras, assaltos, mortes, fomes, roubos e injustiças, o que são senão o resultado da educação que nos impuseram? Onde queremos chegar com o aprendizado arquitetado pelos interesses mais diversos, a começar pelo Estado?quem decide o...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:29:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[O caminho mais curto entre dois pontos!]]></title>
         <link>http://filovida.webnode.pt/news/o-caminho-mais-curto-entre-dois-pontos-/</link>
         <description><![CDATA[
O caminho mais curto entre dois pontos!
&nbsp;

Qual o caminho mais curto entre dois pontos? Certamente você vai responder que é uma reta. Quando se tratar de produtividade vou ter de discordar de você: nada adianta encontrar o melhor método para se realizar um processo, se no caminho encontrar entraves como ?gaveta?, ?assinaturas em atraso, ?centralização?, e tantos outros muros que dificultam a passagem normal de um fluxo. Fluxo este analisado e avalizado como sendo o melhor para um...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:27:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[Viver não é preciso]]></title>
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         <description><![CDATA[Viver não é preciso
&nbsp;

Há alguns dias conversava com uma pessoa quando ela citou-me Fernando Pessoa, dizendo uma de suas célebres frases: ?Navegar é preciso; viver não é preciso?. Por muito tempo me detive no poema e pensava que o autor dizia, como fala na frase logo abaixo do poema que viver não é necessário, mas criar. No entanto, neste dia, a pessoa com quem conversava se referiu a um outro sentido para a mesma frase. O que mais achei interessante foi que não foi necessário mudar se...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:25:00 +0200</pubDate>
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         <title><![CDATA[Como reconhecer um mito]]></title>
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         <description><![CDATA[Filosofia e Outras Áreas
&nbsp;
Como reconhecer um mito
&nbsp;

O mito é uma verdade anterior a reflexão, originalmente descende de sociedades tribais como uma forma do ser humano se situar no mundo. Sua construção é uma forma do ser humano explicar a natureza e até mesmo sua construção cultural, com a função de dar orientações sobre as ações do homem. Suas verdades não respeitam a lógica nem a verdade empírica, ou seja, a verdade mítica foge à explicação da ciência, por isso procurar a...]]></description>
         <pubDate>Sat, 27 Jul 2013 20:24:00 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Página inicial]]></category>
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         <title><![CDATA[Novo evento]]></title>
         <link>http://filovida.webnode.pt/news/novo-evento/</link>
         <description><![CDATA[Este é um exemplo de descrição de um evento. Você pode editar esta descrição como quiser ou remover o evento.]]></description>
         <pubDate>Sun, 23 Jan 2011 02:24:07 +0200</pubDate>
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         <category><![CDATA[Calendário de Eventos]]></category>
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